Michael Campos

Veja como a lei LGPD é importante para sua empresa

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    As plataformas digitais ganham um destaque cada vez maior na sociedade, com a internet tornando-se um ambiente comum entre os usuários, sendo utilizada para meios de comunicação, comércio e até trabalho. Para regular essa relação surgiu a lei LGPD.

    Quanto maior é o número de usuários a acessar a internet, mais extenso se torna o nível de informações disponíveis nesse ambiente. É só pensar nos dados que precisam ser disponibilizados para se abrir um perfil pessoal em uma rede social.

    Com a popularização dessas plataformas, o mesmo indivíduo passou a ter que criar um perfil diferente em cada uma das redes disponíveis, o que se expande quando se pensa em uma transação comercial, com o crescimento das lojas virtuais.

    E cabe a essas empresas a responsabilidade sobre como lidar com essas informações, necessitando do auxílio de companhias que realizam serviços de suporte de informatica para empresas, de forma a melhor controlar a sua relação com os dados dos clientes.

    Lembrando que essa responsabilidade põe em risco também o futuro do seu negócio, pois além do perigo que a sua empresa corre diante um vazamento de dados internos da empresa, quando isso se expande para dados dos seus clientes, os danos crescem.

    Isso porque, ao colocar em risco a individualidade dos seus consumidores, mesmo que de forma não proposital, a confiança do público em relação a sua empresa pode ser abalada de forma irremediável, com os clientes procurando os serviços de empresas concorrentes.

    Por lidar com informações tão importantes que as empresas tornam-se cada vez mais vítimas de criminosos virtuais, que tentam se aproveitar da disponibilização de dados de empresas e de usuários que se encontram na internet.

    Para se prevenir contra essas situações, as empresas apostam em programas de segurança, como um software para loja, que funciona através de senhas e outros métodos de proteção.

    Mas não basta a predisposição de alguns comerciantes, para que os clientes se sintam de fato seguros sobre como os seus dados estão sendo manuseados pelas empresas, se mostrou necessário a implementação de leis que regulam essa relação.

    E foi justamente como resposta a essa necessidade dos usuários que foi-se instituído um sistema de regras capaz de arregimentar as atividades na internet, através de um sistema chamado LGPD.

    Como funcionam as leis de dados na internet?

    Com as plataformas digitais alcançado um espaço cada vez mais amplo, atuando inclusive em relação a negócios e atividades presenciais, como no agendamento de consultas e atendimentos em órgãos do governo, mostra-se necessário investir nessa segurança.

    Reagindo a essa necessidade foi criada em 2018 a Lei Geral de Proteção de Dados, mais conhecida pela sigla LGPD. Regida pela lei nº 13.709, esse conjunto de regras busca regulamentar a maneira com que as empresas atuam em relação aos dados dos clientes.

    Uma associação que permite com que uma empresa de contabilidade para pequenas empresas, ou até mesmo um negócio de pequeno porte, que venda seus produtos na internet, tenha um melhor controle sobre os dados dos seus consumidores.

    Essa relação, no entanto, não começou apenas com a instauração da LGPD, com os órgãos brasileiros já trabalhando com uma certa proteção nesse sentido a partir do Marco Civil da Internet (lei nº 12.965/2014).

    Esse processo de proteção dos dados na internet começou a receber um certo destaque como resposta ao escândalo da empresa Cambridge Analytica, no qual os dados de diversos usuários no Facebook foram usados sem o seu conhecimento.

    Os dados coletados de forma irregular foram usados para influenciar campanhas políticas em diversos países, colocando em riscos não apenas a atuação do público na internet, mas a própria forma com que essas plataformas se integram à sociedade.

    Um dos objetivos da Lei Geral de Proteção de Dados é justamente deixar claro para os usuários o seu domínio em relação aos seus dados pessoais, como nome, data de nascimento, além de outros dados de identificação.

    Essas informações são importantes para que uma empresa de brindes personalizados consiga fazer alguma transação comercial com os seus clientes, com a LGPD apenas regulamentando a cessão desses dados para as empresas.

    Essa lei também abrange os chamados dados sensíveis, como temas mais específicos como a raça, a religião e a orientação política do usuário, que podem ser usados para atividades de diversas intenções, algumas até criminosas.

    Tais dados são de fato importantes para que as empresas organizem de forma aprimorada as suas atividades comerciais, o que de fato muda com a implementação da LGPD é a maneira com que essa coleta de informações acontece, agora com a ciência dos clientes.

    As empresas em relação à LGPD

    Com a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados as empresas precisaram passar a ser mais claras sobre a maneira com que lidam com as informações coletadas dos seus clientes, principalmente na internet, onde essa relação acontece de maneira rápida.

    Uma mudança clara acontece assim que o usuário entra no site de um distribuidor de etiqueta adesiva, sendo informado por meio de um pop-up sobre os dados que serão recolhidos durante essa visita, coletados através de cookies por programas de rastreio.

    Em alguns sites é dada ao usuário a opção de concordar com a disponibilização de todos os seus dados de navegação, ou apenas de informações essenciais, cabendo ao visitante concordar ou não com os termos e condições ali apresentados.

    Além disso, para que a sua empresa se adeque a esses novos regulamentos da internet, é importante adotar algumas estratégias.

    Mapeamento de dados

    Com tantas informações disponíveis na internet, a sua empresa precisa ter uma noção clara sobre quais são os dados de fato importantes para a definição de estratégias para as ações em sua companhia, levando em conta a realidade da empresa e do público.

    Muitas vezes o usuário não se sente confortável em disponibilizar os seus dados pessoais, logo os mesmos só devem ser pedidos se de fato forem importantes para a sua companhia.

    Políticas de segurança

    Contar com um sistema de segurança impede que diversos acidentes aconteçam no mundo presencial, como na disposição de um cavalete de sinalização em uma estrada esburacada.

    O mesmo acontece na internet, onde se é necessário cuidar da segurança do seu site, e para que isso aconteça é importar trabalhar com alguns conceitos, tais como:

    • Criptografia de dados;
    • Certificados de segurança digitais;
    • Senhas atualizadas com frequência;
    • Programas de antivírus;
    • Backups frequentes de informações.

    São um conjunto de ações que irão garantir a proteção da sua empresa, como também dos clientes que acessam os seus sites.

    Revisão de contratos

    É importante estar atento aos contratos realizados pela sua empresa antes e depois da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados, de forma a atualizá-los de acordo com a nova lei regente, caso os seus serviços sejam oferecidos de forma virtual.

    Assim como um contador para empresa, que disponibiliza os seus serviços também de maneira digital. Novos contratos precisam se adequar a essas regras, assim como os antigos precisam ser revistos, para a segurança de todos os envolvidos.

    Da mesma forma que um site precisa ser claro sobre a maneira com que monitora os usuários que visitam esse endereço, uma empresa do ramo digital precisa deixar claro os métodos que serão adotados durante a realização de um serviço.

    Uma equipe consciente

    Não basta a sua empresa adotar uma postura clara em relação ao seu manuseio de dados na internet se essa não é de fato a realidade da companhia. Algo importante não apenas por um quesito legal, mas também pela confiança que o público tem com a companhia.

    Portanto, se os seus funcionários são de fato aqueles que representam as atividades de uma empresa, todos devem ser alertados e treinados sobre a importância de lidar com os seus dados e com informações alheias na internet.

    Tenha um colaborador responsável

    Muitas vezes uma empresa que atua na internet não trabalha especificamente com essas tecnologias, como na indústria de embalagens de papelão, que pode utilizar essas plataformas unicamente para comercializar sua produção.

    Nesse caso, é importante lidar com profissionais capacitados, que irão agir com responsabilidade em relação aos dados dos seus clientes, conhecidos como Data Protection Officer, ou seja, um encarregado de lidar com tais dados.

    Ainda sobre a relação de posse de dados alguns títulos, se destacam os que são titulares de dados, ou seja, os usuários aos quais os dados pertencem e os controladores, que é o caso das empresas, que coletam tais informações.

    Servindo como ponte entre ambos, estão os operadores, companhias de tecnologia que trabalham com o processamento desses dados, sem nenhum poder de decisão em cima deles.

    Um conjunto a ser analisado pelas companhias de forma a garantir que não apenas os regulamentos estão sendo cumpridos, mas também que tanto a empresa como os seus clientes estejam seguros na internet.

     

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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