Michael Campos

Saiba o que é design centrado no humano

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    A função principal do design está relacionada ao desenvolvimento de um visual ou sistema que ajude na melhor percepção ou usabilidade por parte de um usuário ou consumidor. E é justamente por causa desse foco que vem se destacando o design centrado no humano.

    Uma modalidade que busca garantir com que os atributos visuais referentes a um produto, serviço ou intervenção artística cheguem aos resultados almejados por quem está por trás da criação desses elementos, principalmente quando se trata de algo comercial.

    Já que as transações comerciais têm como base a relação entre os vendedores e os seus clientes, por meio de uma relação no qual ambos os lados saiam satisfeitos. Através de uma compensação financeira a ser obtida após a entrega de um resultado esperado.

    Como um cliente que realiza uma encomenda de uma empresa de balões personalizados, para a organização de uma festa de fim de ano em sua companhia. Por meio de um pedido que será entregue após o pagamento do valor cobrado por tal serviço.

    A questão é que as expectativas desse público consumidor estão cada vez mais complexas, indo além da qualidade do produto ou serviço oferecido, lidando também com outras características associadas à marca dessas mercadorias, por exemplo.

    Junto a isso pode se destacar também o design por trás desses produtos, como uma embalagem chamativa, capaz de aumentar a possibilidade de compra desses artigos entre as prateleiras do supermercado. Conseguindo se destacar diante da variedade de opções.

    Um conjunto de possibilidades que deve ser levada em conta por quem trabalha diretamente com o público. Como uma cafeteria, no qual a simples disposição de um copo de papel personalizado aos seus clientes pode aumentar suas chances de venda.

    Ao lidar com um atendimento diferenciado, colocando esse visitante como o centro de todas as experiências comerciais, torna-se necessário por parte dos negócios desenvolver estratégias que otimizem essa relação entre uma empresa e o seu público.

    E uma maneira de se conseguir isso é através de um design especializado, ligado à necessidade das empresas de responderem às demandas do público.

    O foco humano nas relações comerciais

    Por muito tempo as transações comerciais tratavam os clientes apenas como números. Como um simples ativo a ser conquistado por uma companhia, com o intuito de amplificar os números referentes ao seu valor de vendas dentro do mercado.

    Uma realidade que vem se modificando, com as companhias passando a reconhecer a importância com que esses indivíduos possuem para o processo manutenção e expansão de um negócio, e não o contrário. Reconhecendo o lado forte de uma negociação.

    Muito disso se dá por causa da alta competitividade do cenário atual, com um consultório que trabalha com assessoria fiscal tendo que destacar o nome do seu negócio, para que seja possível alcançar uma melhor performance em relação aos seus concorrentes.

    Uma maneira de se conquistar isso é com a presença de uma campanha de comunicação especializada, tendo foco especial ao público ao qual você pretende atingir.

    E para ter melhores resultados nesse sentido, colocar os seus clientes no centro de suas atividades é o passo primordial, sendo preciso vê-los como algo além de um público a ser conquistado, mas sim como pessoas reais, em busca de resolver seus problemas.

    A procura por um produto ou serviço parte justamente dessa necessidade presente na vida de um cliente, como a procura por um fornecedor de software, que conversa com a precisão que tais sistemas de computador podem trazer para a gestão de um projeto.

    E ao colocar tais pessoas como o foco de suas atividades, torna-se fundamental a procura por alinhar suas ações comerciais aos interesses e características dessa audiência. Destacando-se o estilo de design adotado na criação dos seus produtos e campanhas.

    O que leva a expansão do design centrado no ser humano, uma prática capaz de otimizar a relação entre uma empresa e os seus clientes, garantindo não só a sua atenção, mas o interesse desse público em consumir algo que está sendo ofertado por uma empresa.

    Como funciona o design centrado no humano

    O HCD (Human-Centered Design) se trata de uma estratégia no qual o desenvolvimento do design de produto, serviço ou qualquer aspecto relacionado a sua mercadoria é feita tendo base em fatores importantes para o público ao qual você busca atingir.

    Colocando o ser humano como o foco central dessa concepção. Um movimento de alta relevância para a situação do mercado atual, no qual os clientes são reconhecidos como a parte mais importante a ser considerada por quem gerencia algum negócio.

    Existindo uma série de aspectos pelo qual um curso de aviação civil deve levar em conta, para oferecer uma plataforma de ensino diferenciado, no qual os alunos dessa instituição tenham a melhor experiência ao recorrer aos serviços de ensino à distância.

    Levando em conta o que alguém procura ao recorrer a uma empresa, em busca de resolver alguma demanda pessoal que possa ser solucionada a partir da compra de um produto ou contratação de um serviço. 

    Com esse tipo de design funcionando a partir de uma série de fatores como:

    Foco nas pessoas, não nas tecnologias

    O avanço das ferramentas tecnológicas é o grande responsável pelas mudanças frequentes a ocorrerem na sociedade. Incluindo o surgimento de novas necessidades, e de como um público pode se comportar em relação ao que procura.

    Para que uma empresa consiga continuar a ter um destaque em cima de sua audiência, é importante trabalhar com essa renovação constante, incluindo a adoção de novas embalagens para os seus produtos.

    Contudo, é importante definir suas ações de reformulação de design não com base nas tecnologias presentes, mas sim em como o seu público reage a elas.

    Olhar para o humano, não para o usuário

    Esse foco diferenciado em cima das decisões de design não se trata de algo recente, existindo estudos em cima das melhores decisões acerca dessas escolhas visuais. No entanto, existe uma mudança de perspectiva em relação a essas definições.

    O que levava a popularidade do chamado DCU (Design Centrado no Usuário), um sistema focado no perfil comercial do público ao qual uma empresa busca conquistar não só uma atenção, como também uma maior possibilidade de compra.

    A principal mudança está na substituição do usuário pelo humano, considerando fatores mais amplos, como o comportamento pessoal de uma audiência que procura por um serviço de consultoria de exportação.

    Permitindo com que essa empresa adote práticas de design mais assertivas, em relação à comunicação presente nos seus canais de contato.

    Benefícios do design centrado no humano

    Para quem está em dúvidas sobre a real necessidade de trabalhar com esse sistema diferenciado de design, com o foco no ser humano, é importante citar alguns benefícios que podem ser alcançados, a partir dessa aplicação ao seu negócio.

    Conquistando de forma aprimorada alguns pontos, como:

    • Melhor qualidade dos seus serviços;
    • Maior produtividade;
    • Recepção maior da marca;
    • Aumento da receita;
    • Menor custo.

    Isso porque ao apostar em um design assertivo, uma companhia que trabalha com confecção de crachá tem a chance de aumentar o seu número de vendas, diante do alinhamento dos seus produtos às demandas levantadas por sua audiência.

    Mas não é somente o lado das empresas que pode ser beneficiado pela constituição de um design como foco no lado humano de sua audiência. Afetando diretamente esse público e os profissionais responsáveis por tal trabalho.

    Em relação ao público está a presença de um produto ou serviço a ser desenvolvido com o foco direto em oferecer soluções diferenciadas para suas necessidades. O que passa até mesmo por uma embalagem diferenciada, que permita um melhor acesso ao seu conteúdo.

    E para os lados dos designers, os benefícios estão associados ao melhor direcionamento em relação ao que se mostra necessário para a realização de suas atividades.

    Já que ao invés de estudar o mercado, esses profissionais são instruídos a olhar para o  lado humano a ser atingido, garantindo que com suas produções despertem emoções, e por isso sejam baseadas justamente nesse tipo de sensação.

    Por fim é importante diferenciar o design centrado no humano do design thinking, uma prática também importante no mercado, que trabalha a partir de uma visão diferenciada sobre um produto ou serviço a ser oferecido.

    Como uma etiqueta para balança, que com um design diferenciado pode conquistar uma percepção maior por parte do público. Enquanto isso, o design centrado no humano tem um foco não na estratégia, mas na audiência a qual essas ações buscam atingir. 

    Sendo preciso para uma empresa hoje visualizar seu público não como um conjunto de ativos comerciais, mas sim como pessoas, para que assim seja possível tomar decisões que levem a uma melhor relação entre uma companhia e sua audiência.

     

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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