Michael Campos

O impacto da economia digital na competitividade das empresas tradicionais

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    Atualmente, um dos assuntos mais comentados no mundo empresarial, é a economia digital. Não é por menos, afinal, estamos em uma era digital em que a maioria das coisas está relacionada com a internet. 

    Ok, mas o que de fato é a economia digital? Neste artigo, iremos reunir as principais informações sobre esse conceito, além de, claro, mostrar como ela consegue influenciar na competitividade entre as empresas. Confira:

    O que é economia digital?

    De um modo geral, entender o que é economia digital é fácil, basta pensar em qualquer procedimento que envolva dinheiro, como uma atividade de locação de notebooks ou algo que faça a economia girar. 

    Pode ser a compra de uma roupa, um carro, um investimento ou qualquer produto ou serviço que você tenha que pagar para utilizar. 

    Um exemplo disso é uma consulta com o médico ou um curso na área que você deseja atuar, ou até mesmo usufruir de um sistema de emissão de boletos.

    Diante desses exemplos, agora, deve-se pensar de que maneira a tecnologia pode contribuir para deixar esse processo mais ágil, fácil, seguro e menos burocrático. 

    Exemplificando novamente, no caso da compra de um carro, poderá pesquisar na internet, consultar a procedência do veículo de maneira online, negociar através de um chat, simular um empréstimo pelo app do banco para garantir que as parcelas cabem no seu bolso. 

    Além desses aspectos, através da internet, é possível também contratar um veículo para conduzir até o local onde está o carro que deseja comprar. Ao chegar no espaço, é possível até mesmo realizar o pagamento de forma online, através do internet banking. 

    Portanto, podemos dizer que a economia digital está relacionada diretamente com o uso de recursos tecnológicos e isso se aplica para vários negócios, desde uma loja de roupas até um fornecedor de pote de sorvete

    Em outras palavras, a tecnologia atua com uma intermediadora de processos de produção, comercialização e distribuição de produtos ou serviços. 

    Além disso, é importante pontuar que na economia digital, as áreas de mercado são consideradas nebulosas. 

    Isso significa que, a compra de um carro, como no exemplo citado acima, envolve diferentes setores da economia, que se mesclam, formando um grande ecossistema. 

    Certo, agora que já sabemos o que é economia digital, naturalmente, precisamos falar também sobre a concorrência. Afinal, são dois assuntos que andam lado a lado. 

    Quais os tipos de concorrência?

    Abaixo, iremos explicar melhor quais são os tipos de concorrência e como essas estruturas se classificam na prática. Já adiantamos podemos adiantar que existem dois tipos de concorrência. Entenda:

    1. Concorrência perfeita

    Para começar, temos a concorrência perfeita, considerada como a ideal por muitos economistas. 

    Esse modelo, por sua vez, é aplicável quando há muitos vendedores e muitos compradores. Nesse caso, as empresas e os consumidores não conseguem influenciar o mercado de maneira individual. Dito isso, as características de uma concorrência perfeita são:

    • Baixa ou inexistente diferença entre produtos;
    • Transparência em relação às condições que o mercado opera;
    • Liberdade para entrar ou sair da atividade; 
    • Entre outros fatores. 

    Para que entenda melhor, podemos usar o açúcar como um exemplo que se encaixa no modelo e concorrência perfeita. 

    O açúcar é um produto de origem natural e atividade econômica que pode ser explorada por qualquer um que esteja disposto a investir recursos nesse tipo de mercado. 

    Além disso, o açúcar é um ingrediente desejado por muitos produtores e, claro, pessoas interessadas em consumi-lo. 

    Quando existe esse cenário em um mercado, é possível que o preço se estabilize e que haja certo equilíbrio entre aqueles que participam desse segmento. 

    Isso se aplica para vários tipos de negócios, desde o serviço de instalação de iluminação para piscina até no mercado de roupas. 

    Por mais que existam várias marcas de açúcar, não existe uma grande diferença entre elas, afinal, o produto trabalhado possui homogeneidade. 

    Isso significa que, quando uma marca decide aumentar o preço do seu produto, logo, ela perderá grande parte dos consumidores. 

    Isso acontece porque o consumidor irá preferir comprar na concorrência, pelo fato de oferecer um produto semelhante por um preço mais acessível. 

    Em alguns casos, isso se aplica também com fornecedores de serviço, como uma empresa especializada em oferecer serviço de informática, que atua com preços acessíveis exercendo as mesmas atividades que a concorrência. Logo, ela terá mais clientes. 

    Diante desse contexto, a economia digital possui grande influência nesse tipo de concorrência. 

    Afinal, as empresas estão cada vez mais dispostas a investir em estratégias online para trazer mais comodidade ao consumidor e, também, tornar-se referência em seus respectivos mercados. 

    2. Concorrência imperfeita

    Como o próprio nome já sugere, a concorrência imperfeita é exatamente o oposto do que o modelo anterior oferece. 

    Nesse caso, existe um certo desequilíbrio entre a oferta e a procura. Consequentemente, uma das partes desse mercado pode dominar o segmento, como uma empresa que trabalha com desenvolvimento de esteira transportadora e dita seus próprios preços. 

    Um exemplo claro de concorrência imperfeita é o cartel formado pelos países que têm as maiores reservas de petróleo, a OPEP, que dita quais são os preços que devem ser praticados. Esse tipo de concorrência é dividida em partes. Veja:

    Monopólio

    Talvez a mais conhecida, o monopólio acontece quando uma única empresa, dentro de um vasto mercado oferece um determinado produto ou serviço. Ou seja, são muitos compradores para apenas um único vendedor. 

    Quando uma empresa trabalha com monopólio, ela possui o poder de determinar o preço de seus produtos da forma que achar melhor. Isso porque, apenas aquela marca pode comercializar aquele bem. 

    Monopsônio

    Ao contrário do monopólio, no monopsônio são os compradores que exercem a função de determinar o preço. 

    O processo de licitação para que uma empresa possa prestar serviços a algum órgão público é um exemplo prático desse modelo. 

    Oligopólio

    O oligopólio é um tipo de concorrência que possui grandes semelhanças com o monopólio. No caso, a diferença é que nesse regime, o mercado é comandado por um pequeno grupo empresarial e não por uma única empresa. 

    Isso significa que, quando juntas, esse pequeno grupo funciona como uma mecânica de oferta de produtos e serviços. 

    Dessa forma, a prática oligopolista é dividida em dois tipos, são eles: Oligopólio Puro: produtos homogêneos, sem diferenciação e o oligopólio Diferenciado: produtos com diferenciação relevante. 

    Por outro lado, existem também os conglomerados, que basicamente são empresas de diferentes setores que são comandadas por uma organização maior. 

    Esse é o caso de realizar um estudo de impacto de vizinhança, por exemplo, que é de responsabilidade de um órgão do governo, mas realizado, algumas vezes, por profissionais contratados. 

    Oligopsônio

    Da mesma forma que acontece com o monopsônio, o oligopsônio é uma prática inversa ao oligopólio. 

    Em resumo, trata-se de um regime que possui poucos compradores para vários vendedores. Logo, a dinâmica do mercado, incluindo os preços, ficam sob a responsabilidade dos consumidores. 

    Monopólio bilateral

    Por fim, temos o monopólio bilateral, que é quando existe um comprador e um vendedor e ambos exercem influência nos preços. Portanto, a realização da compra dependerá da negociação entre as partes envolvidas. 

    Considerando todas as características da concorrência imperfeita, podemos dizer que a economia digital é, de fato, um lugar onde as chances de haver regimes desses tipos são, consideravelmente, pequenas. 

    Afinal, na internet, é possível bater de frente com grandes empresas por meio das estratégias certas. 

    Por falar em estratégias certas, já sabe como atender as expectativas do seu cliente na economia digital? Abaixo, elencamos as principais práticas que deve adotar na hora do atendimento. Confira:

    Como atender as expectativas do cliente

    De um modo geral, atender as expectativas do cliente depende de uma mudança de hábitos. No caso, é preciso adotar as seguintes práticas:

    • Ser simpático;
    • Investir em ações de pós-venda;
    • Seja perito no seu mercado;
    • Forneça informações sobre o seu produto ou serviço;
    • Surpreenda o cliente. 

    Ao contrário do que muitas pessoas pensam, é possível, sim, ser simpático e surpreender o cliente na economia digital. 

    Por mais que esteja interagindo com uma pessoa que está distante de você, através dos recursos tecnológicos, é possível surpreendê-lo e ser simpático. 

    No mais, é preciso investir em uma experiência personalizada para o cliente, e isso é um aspecto muito importante que faz parte da economia digital. 

    Curioso né? Mas a pergunta que fica é: como aderir a tendência da economia digital, principalmente em negócios que atuam de modo presencial? Para responder essa dúvida, abaixo, elencamos alguns pontos que poderá trabalhar. Veja:

    Como atuar na economia digital?

    Seja pela vontade iminente de se adaptar com as práticas da economia digital, ou tendo em vista a oportunidade de negócios que ela é capaz de representar, o momento para aproveitar essa tendência é agora. 

    Isto é, se é especializado em monitoramento ambiental ou até mesmo dono de uma loja de roupas, saiba que a economia digital é o futuro e o presente. 

    Isto é, você não deve perder tempo, e para isso, é necessário trabalhar/investir nos seguintes aspectos:

    • Esteja disponível sempre que o seu cliente precisar;
    • Invista em modelos alternativos de trabalho, como o home office;
    • Invista em uma experiência personalizada e satisfatória para o cliente;
    • Use um sistema ERP para controlar o seu negócio;
    • Automatize as atividades;
    • Digitalize processos;
    • Assine documentos eletronicamente;
    • Seja mobile. 

    Estes são, portanto, os principais aspectos que devem trabalhar para entrar na economia digital. Perceba que é necessário que esteja aberto para adaptações, portanto, esteja preparado. 

    Conclusão

    De um modo geral, a economia digital é um aspecto presente em, praticamente, todas as atividades que executamos no dia. 

    Por exemplo, o Nubank, Amazon, Airbnb e Spotify, são empresas grandes que atuam com sucesso nessa economia.

     

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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